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8 Dicas para começar a trabalhar com a Google Drive

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A Websérie “Como fazer?”, publicada no meu canal do Youtube, resulta de algumas dúvidas que alguns colegas me colocam e da minha percepção sobre as Literacias Digitais na escola.

Esta série destina-se, essencialmente, a professores com estão a iniciar as suas aventuras no mundo digital, e para outros que poderão aprender sempre algo.

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Partilhar e Editar na Nuvem

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É muito provável que já tenham partilhado contigo um documento na nuvem. Qual é o teu procedimento?

Para trabalhar com estes documentos há (pelo menos) duas hipóteses:

  • Fazer o download, editar (no programa) e voltar a enviar para a nuvem ou por email.
  • Editar diretamente na nuvem.

Para alguns pode parecer estranho estar a fazer referência aos procedimentos básicos do trabalho na nuvem, contudo, para muitos utilizadores, essa informação não é assim tão clara!

O episódio 7 da Websérie “Como Fazer” trás algumas indicações sobre a forma de edição de documentos na nuvem, numa perspetiva de trabalho colaborativo.

A Google ou a Microsoft, as mais conhecidas empresas que disponibilizam ferramentas gratuitas para o trabalho dos professores, apresentam várias aplicações para trabalho colaborativo na nuvem.

As aplicações instaladas no computador (Microsoft Office, por exemplo) estão a ser substituídas por aplicações alojadas na nuvem (enormes servidores online).

E com esta transição mudam também alguns procedimentos ao nível do trabalho com os documentos, especialmente documentos partilhados.

Quando queremos editar ou comentar uma ata partilhada, um documento para partilha de ideias, a elaboração de uma planificação (projeto ou atividade), uma apresentação, entre muitos outros tipos de documentos colaborativos, podemos e devemos fazê-lo online, na nuvem.

9 Best Cloud Storage Providers in 2019
Fonte: https://www.softwaresuggest.com/

Como?

Editando na aplicação no browser (Google Chrome, Edge, Firefox…).

Utilizando esta forma de edição iremos estar a trabalhar com outros colegas no mesmo documento e em tempo real, sem necessidade de existirem versões diferentes, que geram sempre confusão.

Esta é a forma de evitar o envio de documentos por email, por exemplo, em que cada um sugere uma alteração (ou faz essa alteração no seu documento), reenvia por email para que o autor faça as alterações definitivas. Imaginem este processo num departamento com 30 ou 40 professores, não é, de todo, funcional.

Mas há quem o faça e depois rogue pragas à tecnologia porque ainda dá mais trabalho!

Para que seja possível sincronizar o trabalho da nuvem com o computador, as empresas disponibilizam aplicações que, depois de instaladas e configuradas, permitem que o trabalho feito no PC seja automaticamente atualizado na nuvem. Estas aplicações permitem criar cópias de segurança automáticas e registar as várias versões do documento. São exemplo disso a One Drive, a Google Drive e a Dropbox.

Devem ser usadas especialmente em casos de trabalho individual. Não são tão funcionais para o trabalho colaborativo porque (por enquanto) não permitem edição simultânea do mesmo documento.

Para rentabilizar da melhor forma as aplicações é fundamental entender a sua lógica de funcionamento.

Boas partilhas!

Créditos da imagem de destaque

Foto de ZDnet.com

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Conhece esta aplicação Genial.ly!

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Ao longo dos últimos anos as novas tecnologias trouxeram-nos grandes mudanças nos nossos hábitos diários. Especialmente com a evolução dos smartphones, hoje em dia podemos realizar tantas tarefas, muitas delas seriam inimagináveis há 20 anos atrás.

As aplicações evoluíram bastante e, neste momento, o trabalho na nuvem já vai sendo uma realidade, ainda que para muitos pareça confuso e pouco seguro.

Ainda assim, em muitos casos, o formato dos documentos, das imagens, das apresentações, sofreu poucas alterações desde o final do milénio passado. Se formos totalmente justos e corretos, muitos dos nossos documentos são praticamente iguais ao que eram nessa época. Não faz muito sentido, no meu ponto de vista.

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Retirar o som de um vídeo em 4 passos

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No 6º episódio da Websérie “Como Fazer?” trago uma dúvida que me foi colocada por uma colega de trabalho.

Se temos a gravação de um vídeo (que até pode ser uma aula) e queremos apenas partilhar o som desse vídeo por email ou pelo whatsapp, como devemos proceder?

São várias as formas de realizar este procedimento, umas que exigem alguns conhecimentos ao nível de software de edição de vídeo, e outras que são muito simples e podem ser realizados por qualquer utilizador.

Neste vídeo explico quais são os 4 passos para a esta conversão.

O processo de conversão em 4 Passos

O exemplo do vídeo refere-se a uma aplicação de código aberto/open source (gratuita) – VLC player, de entre muitas que estão disponíveis. Para além da ausência de custos, escolhi a aplicação por me parecer simples intuitiva e rápida neste processo.

O VLC Player é uma excelente aplicação para visualizar vídeos, porque conseguer incluir a grande maioria dos Codecs que permitem a abertura da quase totaldiade dos formatos de áudio e de vídeo.

Fazer o download e instalação do VLC

Depois de instalada a aplicação, podemos realizar esta conversão em 4 passos:

Passo 1 – Escolher o ficheiro de Vídeo

Para além de outras opções, a escolha do ficheiro poderá ser feita a partir do computador ou a partir de um endereço URL.

Aceder ao Menu Ficheiro Opção Converter/Guardar.

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Adicionar ficheiro a partir do Computador.

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Procurar o(s) ficheiro(s) de vídeo nas pastas do Computador e carregar.

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Avançar na opção Converter:

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Passo 2 – Configurar

Podemos usar as configurações pré-definidas (mais simples) ou testar algumas das configurações mais avançadas.

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O formato de saída poderá ser configurado em alguns itens, pelo menos deveremos verificar e escolher a melhor qualidade de som na de Codecs de Áudio – opção Taxa de Bits – Pelo menos 256 Kbps.

Passo 3 – Escolher o nome e destino do ficheiro

Para guardar o ficheiro convertido é preciso escolher a localização e o nome que desejamos para o ficheiro. Para tal, podemos remover a extensão do ficheiro original.

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Passo 4 – Converter

Para finalizar o processo, deveremos iniciar o processo de conversão que, depois de finalizado, disponibilizará o ficheiro na localização pretendida.

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O tempo de conversão depende, naturalmente, do tamanho do vídeo que pretendemos converter.

E os Direitos de Autor?

Neste exemplo refiro-me apenas à conversão dos nossos próprios vídeos, com os quais não se colocam, à partida, os problemas com Direitos de Autor, a menos que existam músicas ou conteúdos no vídeo que não respeitam a legalidade.

Em relação a vídeos de outros autores, poderemos sempre questionar-nos sobre estas questões legais. De qualquer forma, partilhar o áudio não é diferente de partilhar o vídeo.

Se pretendes utilizar outros vídeos (disponíveis no Youtube, Vimeo, ou outras plataformas), e se queres ficar mais tranquilo(a), podes sempre contactar com o autor pelos meios disponíveis (Email, Formulário de contacto ou até através dos comentários), questionando-o sobre a possibilidade de utilização dos conteúdos do vídeo em contexto educativo.

Completamente ilegal é a conversão de vídeos em músicas, claro está!

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Fonte: Foto de Skitterphoto no Pexels

Para alguns alunos, o áudio pode ser uma excelente forma de contactar com os conteúdos, com a vantagem de o poder fazer em qualquer local, até a caminhar. É funcional em áreas disciplinares ou temas que não carecem de imagens para ilustrar ou demonstrar procedimentos.

A popularidade dos podcasts está a crescer também no nosso país, pelo que, na Educação, podemos também criar rotinas de utilização com os nossos alunos.

Boas Conversões!

Créditos da Imagem de Destaque

Imagem de Free-Photos por Pixabay

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Thinglink – A Interatividade nas nossas mãos

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Desde sempre nos habituámos a ter as imagens e vídeos como um produto para utilização passiva, apenas para visualização enquanto “consumidor”.

Este conceito tem vindo a ser desmontado por aplicações que permitem uma configuração avançada das imagens e dos vídeos, atribuindo-lhes pontos de interatividade, que poderão acrescentar elementos multimédia à imagem ou vídeo originais.

Uma das ferramentas que tem essa capacidade é o Thinglink, uma das minhas preferidas, confesso.

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WordWall – A magia de criar jogos

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Na sequência da pesquisa de aplicações para a criação de jogos educativos, hoje trago-vos uma das minhas preferidas – WordWall.

várias plataformas interativas de grande sucesso ao nível dos questionários, como é o caso do Kahoot , que trouxeram o jogo para as salas de aula de uma forma construtiva. A ideia será sempre a diversificação dos instrumentos e a tentativa de motivar os alunos e promover a avaliação formativa

No entanto, este efeito inovador das respostas em direto pode desaparecer rapidamente e até cansar, especialmente se for utilizado de forma abusiva por vários professores em simultâneo. 

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KUBBU – Criar jogos educativos online

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Nesta época estranha (COVID-19), a necessidade de diversificar o formato dos conteúdos e atividades para os alunos leva-nos à descoberta de novas aplicações. No meu caso, também é importante fazer essa seleção e aplicar algum tipo de curadoria para que seja possível, posteriormente, partilhar com os meus colegas na escola e com o mundo, através do meu blogue.

Apesar de já existirem vários locais onde essa abordagem é feita, aqui trago apenas o meu ponto de vista.

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Como remover o fundo de uma Imagem?

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Há muitos colegas que gostam de criar apresentações e documentos criativos e bem estruturados ao nível do design. E ficam sempre muito aborrecidos quando não encontram imagens com fundos transparentes.

Há inúmeros sites que disponibilizam imagens PNG ou GIF sem fundo, que podem ser utilizadas em sobreposição com outros elementos, sem os encobrirem totalmente. O Problema é que nem sempre estão lá as imagens que desejamos.

Neste 4º episódio da Websérie “Como Fazer?” trago uma aplicação que permite realizar esta operação num abrir e fechar de olhos.

várias formas de remover o fundo às fotos, umas que exigem software de tratamento de imagem com funcionalidades apenas acessíveis a quem domina esta área, outras (como é o caso da ferramenta de eilminação do fundo no Office) que apenas funcionam com algumas imagens e nem sempre o resultado é o melhor, e, por último, aplicações simples que permitem realizar esta operação com muita facilidade.

O RemoveBG é uma aplicação que tem a capacidade de analisar uma imagem e, através de mecanismos de inteligência artifical, permite remover os fundos às imagens com uma precisão fantástica, em segundos.

Vou tentar contextualizar esta informação, em imagens.

Já alguma vez te aconteceu algo assim?

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Não achas que ficaria melhor desta forma?

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Como Fazer?

Para que consigas realizar este procedimento deverás seguir os seguintes passos:

Passo 1 – Aceder ao Website Remove Background (www.remove.bg)

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Passo 2 – Carregar uma imagem (A partir do Computador ou com o URL – Endereço eletrónico da imagem)

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Passo 3 – Visualizar as alterações e, se necessário, remover partes que não queremos na imagem (EDIT)

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Passo 4 – Download (menor qualidade na versão grátis) e Utilizar numa qualquer aplicação (Word, PowerPoint, Canva, etc…)

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Como extra, também podemos editar as nossas imagens com o objetivo de fazer algum trabalho de fotomontagem, colocando-nos, por exemplo, num local que nunca visitámos!

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Como usar na Escola?

Esta ferramenta pode ser usada pelos professores, em todo o seu trabalho de preparação e apresentação, tentanto rentabilizar a parte visual dos seus documentos. Será muito interessante incorporar uma figura ilustrativa juntamente com um conjunto de tópicos de conteúdo.

Os portugueses fizeram se ao mar desconhecido num Mundo que se acreditava ter fim ser plano e povoado de monstros e perigos infinitos.

Pode também ser usado pelos alunos em exercícios de fotomontagem que, com criatividade, poderão estar associados a conteúdos disciplinares. Poderão ser relatórios sobre determinados locais, cidades ou monumentos, uma narrativa de viagem com fotografias em determinados pontos de referência. Entre muitos exemplos.

Agora é explorar e criar!

Bom trabalho!

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MIXKIT – Música e Vídeo para Projetos Multimédia

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O Vídeo já foi tema de vários artigos aqui no blogue. Penso que é consensual a ideia de que o vídeo pode ser um excelente meio de conseguir envolver os alunos em temas disciplinares, nas aprendizagens. Dependerá sempre do conteúdo, da forma e da qualidade.

Mas é certo que os atuais alunos têm uma ligação muito forte com o vídeo, nas suas mais diversas variantes.

É importante também referir que os alunos não devem ser apenas utilizadores passivos/consumidores de vídeos, mesmo em contexto escolar.

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