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3 Formas para Incorporar Formulários Google

No 10º Espisódio da Websérie “Como Fazer?” do meu canal do Youtube, trago uma dúvida que me foi colocada por um colega: “Como colocar um formulário dentro de um email?“.

O que o colega realmente queria era ter o formulário Google incorporado no próprio email, ou seja, em vez de um link, as respostas podiam ser dadas dentro do corpo do email.

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5 Aplicações para Gravar Voz Online De Forma Fácil.

Num dos últimos artigos fiz referência a uma forma de criar, gravar, publicar e partilhar Podcasts de forma muito simples.

O Anchor.fm é uma ferramenta muito completa!

Apesar de existirem várias alternativas, esta é mais do que suficiente para quem quer apenas trabalhar com Podcast.

Por outro lado, se quiseres utilizar o áudio como complemento a outras aplicações, para incluir narrações ou para enviar algum tipo de informação gravada em áudio, através do computador, então terás de fazer a gravação.

Sabes como? É sobre isto que vou escrever neste artigo.

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Aprende ao teu Ritmo.

No último semestre de 2018 tive a ideia de criar um blogue. Queria criar um espaço pessoal onde fosse possível colocar e partilhar algumas das minhas ideias, as ferramentas que utilizo frequentemente e algumas dicas que pudessem servir de ajuda aos professores

A ideia avançou e o blogue está em atualização deste então, com mais de 60 artigos publicados e outras ações que daqui resultaram. Está a superar as minhas expetativas, sinceramente.

No meu percurso enquanto professor, especialmente no Agrupamento onde trabalho, coordenei e pertenci sempre às equipas TIC e PTE. Por esse facto, sempre fui percebendo que uma grande percentagem dos meus colegas, por vários motivos, não foi desenvolvendo as Competências Digitais de forma consistente. 

Imagem de Free-Photos por Pixabay

No meu ponto de vista, a formação que foi existindo ao longo dos anos nem sempre foi a melhor, especialmente pelo formato muito burocrático associado ao sistema de formação de professores. A componente prática, a formação em contexto, na própria escola, no meio de toda a ação é, a meu ver, a melhor forma de implementar e utilizar a componente digital

Mas também existe a perspetiva da necessidade. Para muitos professores, até agora, nunca tinham sentido verdadeira necessidade de utilizar aplicações em contexto disciplinar. Em muitos questionários efetuados, são muitos os professores que consideram utilizar diariamente as tecnologias no seu trabalho. E realmente fazem-no utilizando o Processador de Texto, a Folha de Cálculo e o Programa de Apresentações, conjuntamente com o computador e o Projetor. Ou seja, o nível iniciante, muito pouco interativo. Situam-se, em termos de Competências Digitais, num nível de Recém-Chegado.

Utilizar as Aplicações Digitais e a Internet pode ser muito mais do que isso. E é certo que já são muitos os professores que se arriscam em formatos diferentes, já se podem enquadrar num nível de explorador, outros até no nível Integrador ou até Especialista . (ver artigo sobre Competências Digitais)

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Também entendo que para aprender de forma autónoma, principalmente quando a destreza digital não é a melhor, pode demorar bastante tempo. Por outro lado, a diversidade de aplicações é tão grande que o mais difícil é escolher.

Com a COVID-19 e todas as restrições a que fomos (estamos) sujeitos, a necessidade de utilizar ferramentas “obrigou” os professores a procurar soluções. E, por sermos uma classe muito flexível e solidária, foi possível encontrar rapidamente formas de resolver os desafios colocados diariamente.

Foi perfeito? Não, longe disso. Mas foi minimamente funcional. E permitiu aprendizagens efetivas na área das tecnologias.

Imagem de StockSnap por Pixabay

Esta época e todas estas mudanças, aceleraram alguns dos objetivos que tinha previstos para este meu espaço. Desde sempre tive a ideia de trabalhar de forma diferente a parte da formação na área das TIC, nomeadamente aqui, ONLINE

O nascer da Academia

Por isso mesmo, com um esforço enorme de formação, preparação e configuração entre março e abril, consegui colocar em pé a Academia Digital Educatech no mês de maio. E já são 4 meses de conteúdos que estão a ajudar alguns colegas. É certo que a frequência não é, por enquanto, muito grande, porque a versão Beta esteve aberta apenas para alguns colegas, mas também porque esta época tem sido muito difícil em termo de trabalho para a maioria dos professores. 

De qualquer forma, já são vários os que estão a ter alguns avanços. Através do feedback desse grupo que está a avançar nos módulos, é-me possível melhorar o espaço em termos de estrutura, duração e funcionalidades. Com todas as sugestões estou a aprender bastante.

O objetivo é melhorar para que consiga oferecer a melhor experiência de formação possível. A minha ideia principal é que cada exercício feito possa ter aplicabilidade com os alunos, com as turmas.

Como funciona a Academia Digital Educatech?

Este espaço de formação informal tem como objetivo dar a conhecer aplicações com interesse para o trabalho dos professores. Partindo do elenco das Competências Digitais para os professores do Século XXI (sempre discutíveis), tentarei trazer uma variedade de exemplos que permitam aprendizagens consistentes

Para evitar uma sobrecarga de informação, nada útil para quem tem dificuldades, em cada mês apenas é trabalhada uma ferramenta

Em cada ferramenta irei ter sempre uma introdução que explique a lógica de funcionamento, os objetivos e ideias para possíveis produtos de uma determinada ferramenta. Por vezes, o mais difícil é entender essa lógica. Depois, a utilização torna-se muito mais simples.

Também é importante referir que estas aplicações servirão para o trabalho do professor, mas também para o trabalho dos alunos. É fundamental que os alunos também desenvolvam competências digitais (como está previsto no Perfil do Aluno), por isso, estas ferramentas podem (e devem) ser sugestões para a utilização na criação de produtos, resultado de um determinado trabalho/tarefa.

Em termos de plano de trabalho, a minha ideia para o futuro será:

  • Semana 1 – Webinar introdutório – Apresentação da Ferramenta. A lógica.
  • Semana 2 – Publicação das aulas – Formação com exercícios práticos
  • Semana 3 e 4 – Preparação e aplicação na escola. Partilha com a Academia

Até hoje (setembro de 2020), os conteúdos disponibilizados:

  • Sala de Entrada – Nota de boas vindas, dicas, pistas, dúvidas e sugestões
  • Sala Virtual – Guiões Rápidos para configurar uma sala de aula virtual (gentilmente cedidos pelo colega Carlos Nunes):
    • Moodle
    • Classroom
    • Teams
    • Edmodo
  • Academia Digital – A sala de formação
    • Maio – Testes online
    • Junho – Imagens e vídeos interativos
    • Julho – Apresentações Interativas
    • Setembro – Exposições Virtuais

Por último, estou a tentar que se crie um espírito de partilha entre os utilizadores da Academia Digital. Em todos os módulos é feito o convite para partilha dos exercícios e dos produtos de aplicação na escola, que se pode estender ao Grupo privado no Facebook. Com o tempo também será possível criar dinâmicas de trabalho colaborativo entre colegas dos mesmos grupos disciplinares de escolas diferentes. A ideia será verificar como o trabalho de equipa pode ajudar na poupança de tempo.

Ver alguns testemunhos de quem já faz parte desta Academia.

Gostaria de realizar um 1º encontro real em 2021, mas tudo dependerá dos avanços ao nível da pandemia. Tenho esperança que iremos ter o EDUCATECH LIVE 2021. Se não for possível fazer ao vivo, teremos o evento virtual. Os primeiros bilhetes já foram atribuídos aos novos membros da Academia Digital Educatech

Quanto custa fazer parte desta Academia?

Neste momento não estão abertas as inscrições para a Academia. Já estou a trabalhar com a primeira turma, por isso focado em oferecer a melhor experiência de formação a este primeiro grupo.

Por ter um formato online e por ser um espaço de formação informal, sem certificação, portanto, posso dizer que o preço a praticar será bastante justo e muito mais baixo que a maior parte da oferta que tenho visto online.

Apesar das inscrições estarem fechadas e por ter alguns colegas interessados em fazer parte deste grupo, decidi criar uma lista de espera para que possa enviar informações assim que abrir novamente o acesso, talvez em janeiro de 2021.

Podes consultar a Página com todas as informações sobre a Academia.

Se estiveres interessado(a) em conhecer e fazer parte da Academia Digital Educatech inscreve-te nesta lista, e serás a(o) primeira(o) a ser informada(o).

Bom Ano Letivo!

Créditos da Imagem de Destaque

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Como ligar um QR Code a um Formulário?

No meu Agrupamento este ano testámos a avaliação das visitas de estudo através de um formulário associado a um código QR. O procedimento era simples, os professores que acompanhavam os alunos na visita levavam um código QR que distribuiam pelos alunos seleccionados para a avaliação da visita (amostra). Os alunos, com os seus smartphones/iphones liam o código QR e ainda no autocarro avaliavam os vários itens da Visita que realizaram.

Uma forma simples que resultou em pleno porque os resultados são sempre imediatos e facilitam o trabalho da equipa que faz o Balanço destas atividades.

Alguns colegas acharam interessante e começaram a perguntar: Como se faz isto???

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Partilhar e Editar na Nuvem

É muito provável que já tenham partilhado contigo um documento na nuvem. Qual é o teu procedimento?

Para trabalhar com estes documentos há (pelo menos) duas hipóteses:

  • Fazer o download, editar (no programa) e voltar a enviar para a nuvem ou por email.
  • Editar diretamente na nuvem.

Para alguns pode parecer estranho estar a fazer referência aos procedimentos básicos do trabalho na nuvem, contudo, para muitos utilizadores, essa informação não é assim tão clara!

O episódio 7 da Websérie “Como Fazer” trás algumas indicações sobre a forma de edição de documentos na nuvem, numa perspetiva de trabalho colaborativo.

A Google ou a Microsoft, as mais conhecidas empresas que disponibilizam ferramentas gratuitas para o trabalho dos professores, apresentam várias aplicações para trabalho colaborativo na nuvem.

As aplicações instaladas no computador (Microsoft Office, por exemplo) estão a ser substituídas por aplicações alojadas na nuvem (enormes servidores online).

E com esta transição mudam também alguns procedimentos ao nível do trabalho com os documentos, especialmente documentos partilhados.

Quando queremos editar ou comentar uma ata partilhada, um documento para partilha de ideias, a elaboração de uma planificação (projeto ou atividade), uma apresentação, entre muitos outros tipos de documentos colaborativos, podemos e devemos fazê-lo online, na nuvem.

Fonte: https://www.softwaresuggest.com/

Como?

Editando na aplicação no browser (Google Chrome, Edge, Firefox…).

Utilizando esta forma de edição iremos estar a trabalhar com outros colegas no mesmo documento e em tempo real, sem necessidade de existirem versões diferentes, que geram sempre confusão.

Esta é a forma de evitar o envio de documentos por email, por exemplo, em que cada um sugere uma alteração (ou faz essa alteração no seu documento), reenvia por email para que o autor faça as alterações definitivas. Imaginem este processo num departamento com 30 ou 40 professores, não é, de todo, funcional.

Mas há quem o faça e depois rogue pragas à tecnologia porque ainda dá mais trabalho!

Para que seja possível sincronizar o trabalho da nuvem com o computador, as empresas disponibilizam aplicações que, depois de instaladas e configuradas, permitem que o trabalho feito no PC seja automaticamente atualizado na nuvem. Estas aplicações permitem criar cópias de segurança automáticas e registar as várias versões do documento. São exemplo disso a One Drive, a Google Drive e a Dropbox.

Devem ser usadas especialmente em casos de trabalho individual. Não são tão funcionais para o trabalho colaborativo porque (por enquanto) não permitem edição simultânea do mesmo documento.

Para rentabilizar da melhor forma as aplicações é fundamental entender a sua lógica de funcionamento.

Boas partilhas!

Créditos da imagem de destaque

Foto de ZDnet.com

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Conhece esta aplicação Genial.ly!

Ao longo dos últimos anos as novas tecnologias trouxeram-nos grandes mudanças nos nossos hábitos diários. Especialmente com a evolução dos smartphones, hoje em dia podemos realizar tantas tarefas, muitas delas seriam inimagináveis há 20 anos atrás.

As aplicações evoluíram bastante e, neste momento, o trabalho na nuvem já vai sendo uma realidade, ainda que para muitos pareça confuso e pouco seguro.

Ainda assim, em muitos casos, o formato dos documentos, das imagens, das apresentações, sofreu poucas alterações desde o final do milénio passado. Se formos totalmente justos e corretos, muitos dos nossos documentos são praticamente iguais ao que eram nessa época. Não faz muito sentido, no meu ponto de vista.

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Retirar o som de um vídeo em 4 passos

No 6º episódio da Websérie “Como Fazer?” trago uma dúvida que me foi colocada por uma colega de trabalho.

Se temos a gravação de um vídeo (que até pode ser uma aula) e queremos apenas partilhar o som desse vídeo por email ou pelo whatsapp, como devemos proceder?

São várias as formas de realizar este procedimento, umas que exigem alguns conhecimentos ao nível de software de edição de vídeo, e outras que são muito simples e podem ser realizados por qualquer utilizador.

Neste vídeo explico quais são os 4 passos para a esta conversão.

O processo de conversão em 4 Passos

O exemplo do vídeo refere-se a uma aplicação de código aberto/open source (gratuita) – VLC player, de entre muitas que estão disponíveis. Para além da ausência de custos, escolhi a aplicação por me parecer simples intuitiva e rápida neste processo.

O VLC Player é uma excelente aplicação para visualizar vídeos, porque conseguer incluir a grande maioria dos Codecs que permitem a abertura da quase totaldiade dos formatos de áudio e de vídeo.

Fazer o download e instalação do VLC

Depois de instalada a aplicação, podemos realizar esta conversão em 4 passos:

Passo 1 – Escolher o ficheiro de Vídeo

Para além de outras opções, a escolha do ficheiro poderá ser feita a partir do computador ou a partir de um endereço URL.

Aceder ao Menu Ficheiro Opção Converter/Guardar.

Adicionar ficheiro a partir do Computador.

Procurar o(s) ficheiro(s) de vídeo nas pastas do Computador e carregar.

Avançar na opção Converter:

Passo 2 – Configurar

Podemos usar as configurações pré-definidas (mais simples) ou testar algumas das configurações mais avançadas.

O formato de saída poderá ser configurado em alguns itens, pelo menos deveremos verificar e escolher a melhor qualidade de som na de Codecs de Áudio – opção Taxa de Bits – Pelo menos 256 Kbps.

Passo 3 – Escolher o nome e destino do ficheiro

Para guardar o ficheiro convertido é preciso escolher a localização e o nome que desejamos para o ficheiro. Para tal, podemos remover a extensão do ficheiro original.

Passo 4 – Converter

Para finalizar o processo, deveremos iniciar o processo de conversão que, depois de finalizado, disponibilizará o ficheiro na localização pretendida.

O tempo de conversão depende, naturalmente, do tamanho do vídeo que pretendemos converter.

E os Direitos de Autor?

Neste exemplo refiro-me apenas à conversão dos nossos próprios vídeos, com os quais não se colocam, à partida, os problemas com Direitos de Autor, a menos que existam músicas ou conteúdos no vídeo que não respeitam a legalidade.

Em relação a vídeos de outros autores, poderemos sempre questionar-nos sobre estas questões legais. De qualquer forma, partilhar o áudio não é diferente de partilhar o vídeo.

Se pretendes utilizar outros vídeos (disponíveis no Youtube, Vimeo, ou outras plataformas), e se queres ficar mais tranquilo(a), podes sempre contactar com o autor pelos meios disponíveis (Email, Formulário de contacto ou até através dos comentários), questionando-o sobre a possibilidade de utilização dos conteúdos do vídeo em contexto educativo.

Completamente ilegal é a conversão de vídeos em músicas, claro está!

Fonte: Foto de Skitterphoto no Pexels

Para alguns alunos, o áudio pode ser uma excelente forma de contactar com os conteúdos, com a vantagem de o poder fazer em qualquer local, até a caminhar. É funcional em áreas disciplinares ou temas que não carecem de imagens para ilustrar ou demonstrar procedimentos.

A popularidade dos podcasts está a crescer também no nosso país, pelo que, na Educação, podemos também criar rotinas de utilização com os nossos alunos.

Boas Conversões!

Créditos da Imagem de Destaque

Imagem de Free-Photos por Pixabay

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Thinglink – A Interatividade nas nossas mãos

Desde sempre nos habituámos a ter as imagens e vídeos como um produto para utilização passiva, apenas para visualização enquanto “consumidor”.

Este conceito tem vindo a ser desmontado por aplicações que permitem uma configuração avançada das imagens e dos vídeos, atribuindo-lhes pontos de interatividade, que poderão acrescentar elementos multimédia à imagem ou vídeo originais.

Uma das ferramentas que tem essa capacidade é o Thinglink, uma das minhas preferidas, confesso.

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Índice nos vídeos do Youtube?

No Youtube existem vídeos de grande qualidade, com informação que é realmente importante e relevante para o nosso trabalho.

Mas também sabemos que nunca conseguiremos assistir a tudo porque o nosso tempo não estica!

Por isso devemos ser bastante seletivos no que queremos realmente assistir, para rentabilizar da melhor forma o nosso bem mais precioso!

A dica de hoje trás uma solução para todos os que disponibilizam vídeos na Internet.

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